Você já parou para pensar se o mindset da liderança da sua empresa está contribuindo para a inovação organizacional, e qual seria o impacto disso?

Mais que nunca, a inovação é um fator crucial para bons resultados nas instituições. Terá vantagens decisivas em relação aos concorrentes quem:

  • refinar processos;
  • aperfeiçoar serviços;
  • criar novos produtos;
  • aproveitar oportunidades;
  • responder com rapidez às mudanças.

É importante desenvolver uma cultura da inovação, começando pelas pessoas que estarão à frente das equipes, e o mindset da liderança é um ponto fundamental para guiar essa transformação. Entenda esse processo a seguir!

Inovação organizacional para sobreviver e crescer no mercado

O cenário mercadológico atual está relacionado a mudanças rápidas e contínuas. Com isso, as organizações são expostas a novas situações com bastante frequência.

A inovação organizacional é uma boa resposta a esses estímulos. É um modelo em que buscamos novas maneiras de pensar e agir, extraindo vantagens a partir das mudanças inevitáveis nos ambientes internos e externos.

Os estímulos externos podem ser pontos que colocam a gestão diante da necessidade de mudanças, como:

  • ideias;
  • problemas;
  • estratégias;
  • resultados de pesquisas.

Igualmente, isso pode acontecer no ambiente externo com produtos lançados por: 

  • concorrentes;
  • novas tecnologias;
  • mudanças na legislação;
  • transformações nos hábitos de consumo.

Importância da velocidade da inovação organizacional

No GPTW, existe um indicador que mensura a velocidade com que a inovação organizacional acontece diante dos estímulos internos ou externos.

O Innovation Velocity Ratio (IVR) — em português, índice de velocidade de inovação — expressa se as iniciativas aceleram ou desaceleram diante das condições existentes na empresa.

Para ilustrar, considere duas empresas do mesmo segmento das notícias sobre o metaverso. Aquela com maior velocidade de inovação organizacional terá mais chances de gerar soluções eficazes. Portanto, a tendência é ocupar espaços estratégicos e colher os benefícios de ser inovadora, enquanto as demais empresas correm atrás do prejuízo.

Ponto de partida é desenvolver o mindset da liderança

O mindset da liderança seria a mentalidade das pessoas à frente das equipes. É importante que essa configuração mental apresente características que aceleram as iniciativas de inovação, em vez de ser um elemento de fricção — que pode levá-las a perder força ou estacionar.

Nesse sentido, a mentalidade para inovação organizacional não apresenta uma característica, mas um conjunto de atributos. Trata-se daquilo que faz as lideranças terem propensão para inovar e, ao agirem assim, inspirarem a equipe a seguir nesta mesma direção. Entenda por onde começar!

Mentalidade de crescimento

Em primeiro lugar, temos a orientação para um mindset de crescimento. Enxerga-se a possibilidade de evolução pelo esforço e dedicação, e as competências, como criatividade, inovação e liderança, seriam passíveis de desenvolvimento, e não meros dons.

Aprendizagem contínua

Outra característica é a aprendizagem contínua. Ao estar sempre em busca de novas competências e experiências, a liderança é mais apta diante de mudanças, tendências e inovações. Afinal, está atualizada sobre os temas relevantes, quando não se antecipando às transformações.

Relações de confiança

O mindset da liderança influencia a inovação organizacional quando prioriza relações de confiança no ambiente de trabalho.

Se quisermos iniciativa, criatividade e mudanças por parte das equipes, devemos corresponder à expectativa legítima de que essas atitudes serão reconhecidas e valorizadas.

Não basta fazer a “engenharia de obra pronta”, deixando as pessoas correrem os riscos e participando apenas se os resultados forem positivos.

Abertura para novas ideias e perspectivas

Igualmente, deve haver abertura para a diversidade de ideias. Um ambiente de trabalho em que as pessoas podem ser elas mesmas, e suas diferenças são valorizadas, tem um material rico para gerar inovação.

Afinal, o ponto de partida para inovar frequentemente é alguém enxergar algo novo diante daquilo que todos estão vendo, o que será mais fácil com abertura para diversos pontos de vista.

Jornada até a liderança para todos

Um ponto importante é saber que as lideranças podem estar em momentos diferentes em relação ao mindset e capacidade de contribuir para com a inovação organizacional.

A partir do estudo com mais de 75 mil colaboradores e 10 mil gerentes de organizações norte-americanas, o GPTW chegou aos passos nessa jornada de desenvolvimento: os estágios de liderança.

As divisões principais seriam a liderança inconsciente, a transacional e a For All. Entre elas, há outros estágios, mas são nesses três em que vemos as mudanças mais acentuadas.

Uma liderança inconsciente não deixa claro os objetivos para a equipe, gera medo no time, tem dificuldades de enxergar pessoas (e não apenas “funcionários”), entre outros atributos. Quem apresenta muitas características, nesse sentido, está em um estágio bem inicial.

A seguir, existe a liderança transacional. É aquela em que se consegue ter bom desempenho individual, mas ainda não é capaz de criar um time de alta performance. Entre as características, a liderança vê a si como parte de uma engrenagem, dando preferência a tarefas a relações pessoais.

Por sua vez, a liderança for all:

  • sabe incentivar;
  • ouve feedbacks;
  • tem proximidade com as equipes;
  • reconhece a importância das pessoas.

Assim, consegue fazer o desempenho da equipe melhorar e impacta a organização como um todo.

Imagine, por exemplo, o potencial de inovação que deixa de ser realizado nos estágios transacional e inconsciente. É fundamental, portanto, conduzir as lideranças nessa jornada até os momentos com impacto mais positivo na organização.

Desenvolvendo o mindset da liderança na sua organização

Como visto, o mindset da liderança exerce um papel central para inovação organizacional. Ter líderes inovadores traz novas ideias e soluções, e ajuda a destravar o potencial das equipes.

A Weego, marca do ecossistema GPTW, aborda essa temática com prioridade em seu método de desenvolvimento de pessoas. Nele, as lideranças conseguem sair do ponto em que estão e chegar ao estágio for all. Saiba como a seguir!

Análise de dados

O ponto de partida do método Weego é o uso de avaliações, podendo ser pela própria Weego ou com a pós pesquisa GPTW sobre diferentes visões:

  • autoavaliação;
  • liderança direta;
  • avaliação da equipe.

Com a análise de dados, as lideranças recebem um feedback claro sobre quais são as principais necessidades de desenvolvimento. Além disso, podem comparar suas percepções com os resultados obtidos por outras concepções.

Trilhas de desenvolvimento personalizadas

Os resultados das avaliações funcionam como um mapa, que aponta quais pontos cada pessoa precisa evoluir. E, por meio do microlearning, construímos uma jornada diferente para cada liderança, respeitando os pontos fortes e fracos identificados com a análise de dados.

Aliando teoria e prática

Os conteúdos recebidos pelas lideranças são disponibilizados por uma plataforma que vai além do LMS tradicional. E, junto a cada material teórico, como leituras, estudos de caso, vídeos e podcasts, existe sempre a sugestão de ações para que as pessoas exercitem e pratiquem os novos conhecimentos, desenvolvendo suas competências.

Acompanhamento do RH

Por fim, o progresso das lideranças pode ser acompanhado na plataforma on-line. Com isso, a empresa avalia o engajamento das lideranças, bem como o retorno do seu investimento.

Em síntese, a Weego ajuda a sua empresa a identificar o momento de cada liderança, entendendo quais são seus pontos de melhoria. Depois, fornece os conteúdos teóricos e práticos para que a pessoa desenvolva suas competências, enquanto tem seu desenvolvimento continuamente avaliado.

Assim, você pode identificar as necessidades de mudança no mindset da liderança, realizando as capacitações necessárias para desenvolver as pessoas à frente das equipes. Acesse o site da Weego e desenvolva lideranças preparadas para promover uma cultura de inovação!

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