Negócios criativos, escaláveis e inovadores são essenciais para o sucesso na Nova Economia. Por isso, as lideranças precisam estar alinhadas com o propósito de inovar e trazer competitividade para as organizações.

Esse processo envolve a capacitação para atuar diante de novos desafios. A liderança não atua apenas com bom desempenho individual, mas engaja toda a equipe de modo a superar as metas da empresa.

Logo abaixo, apresentamos as premissas da Nova Economia e as mudanças organizacionais para ser mais competitivo nesta época. Não deixe de conferir!

O que é a Nova Economia

A Nova Economia é um termo utilizado para as mudanças mais recentes no mercado. Tais transformações não afetaram pontualmente o ambiente de negócios, mas as premissas com as quais geramos valor e adquirimos competitividade.

A origem do conceito costuma ser atribuída a Charles P. Alexander, em artigo publicado na Revista Times em 1983. Na época, Alexander registrou que o cenário começava a ter mudanças mais rápidas e contrastes gritantes das indústrias tradicionais em relação às empresas de tecnologia, que davam os primeiros passos naquela época.

Um segundo registro interessante da ideia de Nova Economia pode ser atribuído a Michael Mandel, em artigo de 1996 na Revista BusinessWeek. Nesse caso, a discussão se voltava principalmente para uma valorização do serviço e experiência do consumidor, diferentemente do foco nos produtos como era próprio da indústria.

Hoje em dia, a Nova Economia está bastante ligada às mudanças trazidas pela transformação digital. Os avanços tecnológicos modificaram o comportamento dos consumidores e trouxeram novas premissas de negócios.

Características da Nova Economia

As diferenças da Nova Economia para a velha podem ser enxergadas a partir dos novos requisitos e premissas de negócios. Muito do que funcionou no passado recebe uma abordagem completamente diferente nos dias atuais.

Responsabilidade Social Corporativa

Na velha economia, frequentemente, os negócios olhavam apenas para a maximização do valor para o acionista, dando pouca importância à sustentabilidade. É algo que mudou bastante à medida que procuramos gerar valor aos diferentes stakeholders (todas as partes interessadas no negócio).

Empresas que cuidam do ambiente de trabalho, preocupam-se com o impacto ambiental, adotam princípios de ESG e tentam promover valores éticos junto à sociedade são mais comuns na Nova Economia. É o que possibilita desenvolver negócios funcionais a longo prazo.

Dentro desse conceito de compatibilizar os interesses dos stakeholders, nascem diversos requisitos. Pessoas que trabalham na empresa, fornecedores, sociedade em geral, governos e, até mesmo, as futuras gerações podem ter suas demandas consideradas.

Consumidor ativo e conectado em rede

O cliente está cada vez mais ativo no sentido de colocar suas demandas e influenciar o destino das empresas. Além disso, as pessoas formam grupos conectados. A repercussão das experiências, positivas ou negativas, pode escalar com a comunicação nessas redes.

Também é um consumidor com mais acesso à informação. Pela internet, existe um amplo acesso a questões, como:

  • soluções alternativas;
  • marcas concorrentes;
  • opiniões de outros clientes.

Incerteza sobre o futuro do mercado

As possibilidades da tecnologia ainda não se esgotaram, e não se sabe como elas impactarão o mercado no futuro. Não à toa, inovação e melhoria contínua se tornam parte do vocabulário das empresas bem-sucedidas.

Como a mudança é inevitável, faz mais sentido entender as oportunidades surgidas a partir dela, estando aberto às transformações. Isto é, na Nova Economia, os planos e atividades acompanham o ritmo das mudanças, em vez de estarem sempre em oposição a elas.

Indústria 4.0

O mercado de hoje se caracteriza por eliminar barreiras entre físico e digital. A liderança dessa tendência vem da indústria 4.0 em que a internet das coisas cria os ambientes ciberfísicos.

Porém, outras áreas passam por transformações similares, por exemplo, o Marketing 4.0 e a Gestão 4.0.

Mercados globais

Mesmo as pequenas empresas de hoje sofrem consequências do que acontece na economia global. As barreiras físicas entre os países foram superadas por inovações na comunicação e logística. Os negócios se beneficiam com novas soluções, mas podem ter desafios vindos de fora para dentro do país.

O papel de liderança na Nova Economia

A liderança precisa se adaptar à Nova Economia. É importante não apenas manter a empresa funcionando de forma eficiente, mas romper a barreira do tradicional.

As mudanças rápidas e constantes devem ser encaradas como oportunidades. Assim, lideranças capazes de inovar conforme a nova dinâmica global podem tornar as organizações mais competitivas.

É importante destacar que as competências que determinam o sucesso de uma pessoa à frente dos times já não são mais as mesmas, pois surgem skill gaps que precisam ser mapeados e satisfeitos se quisermos lideranças preparadas para o mundo de hoje.

As competências para lidar com os desafios da Nova Economia existem dentro de quatro pilares:

  1. liderar com humanidade;
  2. construir relacionamentos;
  3. atingir resultados sustentáveis;
  4. criar times de alta performance.

A Weego pode ajudar a sua empresa nessa jornada de desenvolvimento. Preparamos as lideranças para conduzir processos e engajar pessoas no contexto da Nova Economia.

Isso passa por agregar valor a diferentes stakeholders, dando especial atenção para o ambiente de trabalho e experiência do colaborador, que é o meio que visa satisfazer as demais partes interessadas.

Na Weego, cada pessoa tem um plano de desenvolvimento e sugestões de ações, para pôr na prática todo aprendizado Para isso, usamos a análise de dados de modo a mapear lacunas de competência e pontos fortes da liderança.

A seguir, as trilhas de aprendizado são construídas de forma personalizada, entregando os conteúdos e as ações dentro das necessidades identificadas.

É uma abordagem inovadora, que foge dos treinamentos tradicionais. Afinal, realiza o potencial de liderança e ajuda a desenvolver os pontos de melhoria de cada pessoa, em vez de abordar a todos e todas da mesma forma.

Todo o processo pode ser acompanhado por meio de dados, em uma plataforma digital. Assim, o RH estará envolvido e poderá enxergar a evolução dos profissionais e o retorno do investimento no projeto.

Desenvolver lideranças para Nova Economia é um processo importante, que trará excelente retorno. Afinal, assegura que a empresa esteja preparada para os desafios do mercado, obtendo resultados sustentáveis.

Para entender os impactos no desenvolvimento de lideranças, confira o case de sucesso Sankhya e veja como o método Weego impacta as empresas na prática!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *